quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

2017 em livros


 

Percebi que ando escrevendo no blog somente nos inícios ou finais de ano, quase como um ritual anual onde preciso anotar para a posteridade tudo o que li ou assisti no ano que passou. Já anoto em caderno (físico), em dois cadernos virtuais (Skoob e GoodReads) e ainda inventei de aderir ao Wunderlist, que faz maravilhas para a organização do calendário de leitura. Então, por que não anotar também no blog, não é?

O problema de escrever uma única vez por ano é que escrita é hábito, você para de escrever e a qualidade da escrita vai para o limbo, assim como os seus textos anuais. Uma tristeza só. Lembro que li uma vez o Neil Gaiman respondendo a um leitor sobre dicas para escrever melhor (todo mundo sempre pergunta, não tem jeito) e ele, como quase todo escritor que eu tenha visto até hoje, respondeu a mais óbvia das respostas: leia e escreva muito. Todos os dias, sempre, nunca pare. Não existe um bom escritor que não escreva. Simples assim.

Coloquei a escrita (informal, eu e eu mesma) nas minhas metas de 2018. Veremos como me sairei no cumprimento das metas pessoais. As metas literárias já estão me dando dor de cabeça o suficiente. Como mencionei mais cedo, uma amiga me apresentou ao Wunderlist e já fui anexando tudo o que quero ler para 2018, fazendo cronogramas, comprei um calendário de parede, gigante e lindo (na Imaginarium), especificamente para anotar as tarefas literárias, e, por mais comedida e firmada na realidade que tento ser, a lista de leituras já está quilométrica!

Mas não falemos do futuro, porque o texto é para fazer uma avaliação do passado, como em todo início de ano.

As minhas metas para 2017 foram bem pés-no-chão, nada impossível de cumprir, então tudo correu bastante bem. Verdade seja dita, saiu melhor do que bem e isso é uma vitória.

Esse foi o ano em que o clube de leitura do qual participo se atolou nos projetos, aprendeu a fazer leitura conjunta, a rir dos fracassos juntos e a comemorar cada vitória alcançada. E, honestamente, não há coisa mais deliciosa do que ler um livro com amigos que compartilham com você todos os passos da caminhada. Aqueles livros que você nunca pensou que leria, de repente viram uma realidade na sua vida, enquanto outros que estavam relegados às críticas negativas, recebem novas cores a cada comentário. E a prova de que deu muito certo, é que os projetos continuam a todo o vapor, para os fracassos e vitórias ao longo do ano.

Ao todo foram 46 livros lidos no ano, sendo, dentre eles, 12 releituras, 16 audiobooks, 02 graphic novels e 02 livros de contos.

Abrirei um parêntese antes da lista completa, apenas para os livros do nosso clube de leitura. São seis temas, um para cada bimestre do ano. Ao final de cada bimestre, votamos o livro

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

2016 em Filmes

A última vez que comentei sobre os filmes que assisti durante o ano, fiz um resuminho do filme e minhas impressões.
Não farei isso desta vez. Por que? Bom, porque não sou o tipo de pessoa que comenta com qualidade alguma coisa vários dias - quem dirá meses - depois de ter assistido. Simplesmente não funciono desse jeito.
Mas queria anotar o que eu assisti, até mesmo por questão de organização e, quem sabe, um apelo ao meu subconsciente para que ele me ajude a anotar minhas impressões a medida que for assistindo os negócios.
Eu apenas fiz breves comentários no facebook quando terminava de assistir. Nada muito significativo ou estruturado, mas colocarei os links, caso alguém tenha interesse. Não tem de todos os filmes, mas a maioria deles tem alguma coisinha.

Em 2016 assisti a 33 filmes. Bem menos do que eu desejava, mas fiquei feliz com o resultado. Especialmente, porque vários deles estavam mofando no meu HD há anos.
Em algum ponto de 2016 (acho que foi em maio) eu decidi que assistiria um filme a cada quinta-feira. Funcionou relativamente bem, embora, a partir de outubro a coisa começou a bagunçar um pouco, e, dezembro, socorro!!!, foi tudo pelo ralo.

Minha ideia era a seguinte: assistir aos filmes do HD em ordem, sem me importar se eu realmente estava com vontade de ver aquele filme ou não. A cada quinta-feira eu pegaria o próximo da lista e assistiria. É claro que a intenção não era fazer coisa alguma a ferro e fogo. Havia semanas que eu não escolhia filmes do HD e assistia algo da Netflix ou do cinema, ou mesmo ficava maluca de vontade de ver algo aleatório, então, como o negócio é ver filmes por prazer e não por obrigação, eu me permitia sair da ideia inicial em algumas ocasiões (não foram tantas assim).

O interessante é que encontrei vários filmes no HD que eu não tinha a menor ideia do motivo deles estarem ali. Qual foi a minha motivação inicial? Mistérios...
Também vale dizer que nesse ano não assisti à maioria dos filmes do Oscar. Não consegui me empolgar, não teve jeito. Deve ser por isso que o DiCaprio venceu...

Mas vamos lá. Os filmes assistidos em 2016, em ordem cronológica, foram:

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

2016 em livros

Percebi que em 2016 eu fiz exatamente um único post no blog. E, pior, sobre um projeto que acabou não sendo levado a cabo. É meio deprimente isso.

A verdade é que 2016 foi um ano confuso em muitos aspectos, inclusive na minha forma de encarar a leitura. Mas resolvi fazer uma listinha dos livros que li ao longo do ano, até mesmo para não perder o costume e, principalmente, para futuras referências. No total li 38 livros e estarão listados ao final.

Não lembro se fiz alguma meta além das básicas, acho. Ler ao menos dois livros por mês e concluir todos os livros do Cube dos Seis (o clube de leitura que participo).

- Clube do Livro:
Como fazemos anualmente, escolhemos 6 temas e, a cada final de bimestre, votamos na leitura conjunta do próximo tema.

O que lemos em 2016:
1) Terror: A Maldição do Cigano (Stephen King)
2) Viagem no Tempo: Outlander - A Viajante do Tempo (Diana Gabaldon)
3) Releitura: Os Bórgias (Mário Puzo)
4) Livro escrito há mais de 30 anos: Neuromancer (William Gibson)
5) Clássico: As Aventuras de Robin Hood (Alexandre Dumas)
6) Livro que nos faça rir: Holy Cow (David Duchovny)

Os temas para 2017:
1) Autor latino-americano não brasileiro
2) História em Quadrinhos
3) Narrado por vilão
4) Ficção Histórica
5) Temática LGBT
6) Biografia

- Audiobooks:
Minha história com audiobooks começou singela, alguns anos atrás, ouvindo áudios de Doctor Who (que são maravilhosos) e depois migrando para os livros. De Doctor Who eu ouvi tanto os audiobooks quanto os áudio dramas. Tem alguma diferença? Sinceramente, não sei. Eu considero audiobook a leitura/interpretação narrada do livro em si, e áudio drama eu vejo como novelas em áudio, com diferentes atores, efeitos sonoros, como as antigas rádio novelas. Não sei se esta distinção é correta, mas é assim que eu interpreto os diferentes tipos de áudios.

Bom, em 2016 eu ouvi toda a série The Expanse (James S.A. Corey), com exceção do último livro, que foi lançado em dezembro e não consegui obter o áudio a tempo.

Foram cinco livros desta série: Leviathan Wakes, Caliban's War, Abaddon's Gate, Cibola Burn e Nemesis Games.


sábado, 30 de janeiro de 2016

Novo Projeto: Por um 2016 com Doctor Who




Há pouco mais de uma semana a BBC confirmou que Steven Moffat deixará Doctor Who após a 10ª temporada. A notícia é maravilhosa, mas seria ainda melhor se não fosse um pequeno detalhe: novos episódios apenas em 2017. 

São vários os motivos que levaram a emissora e o Showrunner da série decidirem estrear a 10ª temporada apenas em 2017, mas o que importa no final das contas é que teremos apenas o já tradicional (e muitíssimo esperado) especial de Natal neste ano.

Então, pensei cá com os meus botões: por que deixar 2016 passar em branco? Ainda mais quando tenho um milhão de (bom, 674) episódios da série clássica para assistir? Sem falar que gostaria muito de rever o New Who novamente.

Fiz aqui os cálculos e, contando com este final de semana, teremos ainda 50 sábados até o final do ano. Um episódio por semana....olha só, ficarão faltando apenas 624 para finalizar a série clássica!! Melhor aumentar para dois ou quatro episódios por semana, caso contrário ficarei vendo a era clássica por mais de uma década.

Seja como for, o projeto está lançado! Seja revendo os episódios desde 2005, seja vendo episódios da era clássica, o objetivo é não deixar o ano passar em branco.

POR UM 2016 COM DOCTOR WHO!!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Finalizando 2015: o que deu certo e o que não deu em relação aos livros


Quando começou 2015 eu tinha vários planos envolvendo os livros, mas é claro que quase nenhum deles deu muito certo, mas boa parte das metas que eu descrevi aqui em 06 de janeiro foram alcançadas. Não com perfeição, mas a coisa andou e isso já é um bom sinal.
No total foram 30 livros lidos e vários deles eu nem sabia da existência até o momento da leitura em si.

Bom, algumas das minhas metas para 2015:

- Continuidade às séries literárias:
Terminei a série The Dresden Files, do Jim Butcher (todos os lançados até o momento) e consegui finalizar Dança dos Dragões, que estava empacado desde 2014. Não é muita coisa, mas já é um começo, não? Eu vinha lendo The Dresden Files desde 2012 e ainda faltavam cinco livros para alcançar o último lançamento.

- Os encalhados na estante:
Fiz uma caixinha de leitura (as famosas TBR) e a cada livro lido eu sorteava o próximo. Dos encalhados, neste ano eu li Razão e Sensibilidade (tinha comprado em 2010 ou 2012, não lembro), O Nome do Vento, Duna, Messias de Duna, Os Filhos de Duna e Olga. O último livro sorteado foi Alice no País das Maravilhas, mas este ainda está em andamento (e vai demorar, pelo visto).

- Clube do livro:
Sim, o clube do livro (batizado de "Clube dos Seis") deu certo e continuará para 2016. São 6 temas, sendo um tema por bimestre, onde todos lemos o mesmo livro e discutimos.
Os livros lidos ao decorrer do ano foram: O Livro do Assassino (Jonathan Kellerman), Stardust (Neil Gaiman), Ilha do Medo (Shutter Island), A Mão Esquerda da Escuridão (Ursula K. Le Guin), O Planalto e a Estepe (Pepetela) e Digam a Satã que o Recado foi Entendido (Daniel Pellizzari).
Os temas para 2016 também já foram escolhidos:
1) Terror;
2) Viagem no Tempo;
3) Releitura;
4) Livro escrito há mais de 30 anos;
5) Clássico;
6) Livro que nos faça rir.

domingo, 21 de junho de 2015

Terminei a 3ª temporada de Orphan Black!!! \o/ Quem diria...



Comecei a temporada com mil pés atrás, odiei o primeiro episódio, mas desde que maratoneei a partir do segundo, apaixonei de novo. Cá entre nós, achei esta 3ª temporada muito melhor do que a segunda (e menos confusa).

Algumas explicações importantes foram dadas...mas ainda me questiono por que raios esse povo odeia tanto Castor. Os coitados estão morrendo como as LEDAs, custava um pouco mais de amor no coraçãozinho desses personagens? (ok, admito, ou fã de Castor. Adoro os guris. Acho o Rudy lindo demais da conta e apaixonei no Mark desde o primeiro episódio). Tudo bem que as clones e Siobhan parecem não tolerar a ideia de Castor ser uma arma do governo (e, pior, com a situação da esterilização e tal), mas é muito cômodo você ir contra a ideia do governo/exército buscar armamento quando você está ali feliz e satisfeito usando a sua pistola.

O final da temporada me deixou meio preocupada. Quero Castor na 4ª temporada! Espero que não seja o fim de Ari Millen na série. Eu não botava muito fé, mas ele realmente me surpreendeu como os garotos Castor.

E tem a questão do Paul. Como o personagem foi mal aproveitado! Uma pena, porque eu realmente gostava do Paul e acho que não merecia o que fizeram com o personagem ao longo da temporada. O mesmo vale para Delphine. Aliás, a situação da Delphine até agora me confunde um pouco.

E só por desencargo de consciência...como o Jesse é lindo!! Espero vê-lo na próxima temporada.

Ok, estou só falando bobagens, mas é que não quero falar spoilers e tal para quem ainda não viu e, admito, porque estou com preguiça de fazer review, então fico aqui só falando aleatoriamente. O que importa é que gostei mesmo desta temporada...e preciso melhorar minha memória, porque volta e meia não lembro o porquê das coisas e dou graças a Deus quando algum personagem explica para alguém para eu poder fazer as conexões que já tinha esquecido (é...Neolution, estou falando de você também).

sábado, 20 de junho de 2015

É quase inverno...

E continuo minha leitura de A Dança dos Dragões (56%).


Enquanto em uma narrativa o povo está marchando em direção à Winterfell e sendo soterrado pelas nevascas....o que é muito apropriado para o frio que eu estava sentindo ontem enquanto lia a bendita narrativa, na próxima história Daenerys pedia roupas mais leves por conta do calor em Meereen. Confesso que me deu até dor imaginá-la em poucos panos...meus ossos congelaram só de pensar.

Interessante esta transposição do clima ao nosso redor para o que estamos lendo... (mas não se engane, está friozinho por aqui, porém nem perto de um inverno rigoroso, mesmo porque, o inverno ainda está chegando).

domingo, 14 de junho de 2015

Chegando quase na metade

Esta vida de leitora não é uma coisa fácil. Às vezes você ama um livro, às vezes odeia, e às vezes até gosta, mas empaca.

Pois é, alguns anos atrás empaquei em A Dança dos Dragões, 5° livro das Crônicas de Gelo e Fogo. Comprei o bendito em agosto de 2012, enrolei horrores para começar a ler e, quando comecei, li um pouquinho por dia, mas sem avançar demais. Não sei o que aconteceu, simplesmente a leitura não fluía como eu queria.

Então, lá pelos idos de 2014, cheguei na parte que Dany tranca seus dragões e era uma vez. Fiquei tão furiosa, tão irritada, tão decepcionada, que passei as próximas 100 páginas xingando o livro, a história, as personagens, o autor, o  mundo... e então empaquei. Total. Meu desânimo foi tão grande que nem as notícias da nova temporada de Game of Thrones me interessavam. Os quatro episódios vazaram e eu não vi, deixei para assistir logo após saírem na HBO.

E assim vi o primeiro episódio (achei meia boca), o segundo (não me impressionou) e empaquei na série de tv também. Até que grandes discussões começaram a surgir na internet e eu fui aos poucos voltando a ter uma leve vontade de ler o livro. É claro, ver a série também, mas isso fica para depois.

O que realmente importa é que há pouco mais de uma semana eu voltei a minha rotina de leitura e estou quase chegando ao meio (faltam umas poucas páginas). E muito empolgada (que é o que torna tudo mais legal). Mas a vida seria mais fácil se o livro não fosse tão longo....eu leio, leio, leio e nunca acaba. E estou louca de curiosidade para saber o que vai acontecer (mesmo porque, eu quero ver o restante da temporada de Game of Thrones depois).

Por ora acabei de ler sobre as núpcias de Ramsay e ainda tem muita água para passar por baixo desta ponte. E lerei aos poucos, porque, infelizmente, o tempo é curto. Mas se o prazer está de volta, já é alguma coisa, não?

Minha maior dificuldade é em gravar o nome do povo lá do outro lado do mar. Juro que até hoje não sei distinguir os seguidores dos inimigos de Daenerys. Gente de novo estranho... Um dicionário ilustrado viria bem a calhar, só para personagens e suas histórias.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

DW - Blue Forgotten Planet: O Adeus de Charlotte Pollard

Foi em 2013 (eu acho) que comecei a ouvir áudio dramas de Doctor Who. Na época eu ouvi alguns áudio books narrados por David Tennant e alguns pela Catherine Tate. Mas, se não me engano, só embarquei nas aventuras do Doctor pela Big Finish (ou seja, apenas os Doctor pré New Who) quando o Oitavo menciona seus companions no especial de 50 anos. Ali os audios dramas foram canonizados e eu pensei 'por que não?'.

E começou a minha paixão.

Na época eu queria conhecer o Oitavo, pois um único filme e um especial na internet não eram o suficiente, então o que poderia ser melhor do que seguir a sua história nos áudio dramas?

Mas logo me apeguei à sua primeira companion: Charlotte (Charley) Pollard. Foram 4 temporadas (eu acho) onde ela acompanhou o Oitavo e então, após um acontecimento crítico, foi resgatada pelo Sexto e uma nova fase iniciou. Mas todo mundo sabia (ela, inclusive), que o Doctor não se recordava de sua presença em seu futuro, ou seja, algo teria mexido com a memória quase inesgotável do Doctor, e este 'algo', é a história Blue Forgotten Planet.

Com o Sexto Doctor Charlotte vivencia aventuras por 9 histórias e então chega o fim. E como eu sofri. Acho que passei a última hora do áudio chorando.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Por que ainda não tem em português!??




"Mitchell é tão genial que apresenta essa última história de maneira original e sedutora – ele chega ao requinte de inventar uma espécie de dialeto entre esses últimos terrestres capaz de desafiar mesmo quem tem boa fluência no inglês…" (Zeca Camargo, sobre Cloud Atlas - o grifo é meu)

SOCORRO!!!!! Já está complicado o inglês do restante do livro, só fico imaginando como será a última história...




****
Cá entre nós, agradeço o dia que li este texto do Zeca Camargo falando sobre Cloud Atlas, o livro (que eu não sabia que existia) que deu origem ao filme que no Brasil ganhou o nome "A Viagem". Demorou, mas finalmente engatei a leitura e estou amando. Por que até hoje não tem esse bendito livro em português!??


quinta-feira, 19 de março de 2015

Eu não me dou com Lucie Miller.


Olha, eu sou mega fã do 8° Doctor, mas não dá mais para aguentar a Lucie Miller. Acho que de todas as companions que já conheci ela é a única que não gosto. Mas não gosto mesmo.   

Acabei de ouvir Sisters of the Flame e The Vengeance of Morbius e só passei raiva. Ela aparece demais...nem na hora que eu teoricamente deveria simpatizar com ela (as lágrimas, a raiva, o desespero, a indignação, o discurso exaltado) eu consegui aguentar a voz e a personalidade da garota. Tudo o que eu queria é que acabasse logo o áudio. Assim fica difícil.

E esses dois episódios foram os dois últimos episódios da 2ª temporada da série The Eight Doctor Adventures, ou seja, ainda restam duas temporadas inteiras desse tormento que se chama Lucie Miller.

Ninguém merece!





sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

O dia em que Good Omens foi adaptado para radio drama...


2014 terminou com um presente prá lá de especial da BBC Radio 4: a tão esperada adaptação de Good Omens (de Neil Gaiman e Terry Pratchett) 
É claro que eu só fui ouvir o negócio no início de 2015 (mais precisamente nessa semana que passou), mas quem se importa com o quando? O que interessa mesmo é que eu ouvi (você aí, que fica ouvindo música enquanto faz exercício, caminhada, limpa a casa....isso é passado! O negócio é ouvir audio drama...vá por mim).


As notícias desta adaptação já são de longa data, mas eu não tinha me atualizado sobre a data de lançamento, por isso fiquei surpresa quando soube que já estava no ar. E é facilmente encontrado por aí (no próprio site para os que tem acesso, ou então nos torrents da vida, ou ainda graciosamente disponibilizado aqui). O único porém é que a pessoa precisa obrigatoriamente entender inglês, já que é impossível traduzir/legendar um áudio drama.

Eu confesso que não sou fã n° 1 de Good Omens, inclusive já fiz um texto com minhas impressões quando li o livro. Mas tem certos textos que funcionam muitíssimo melhor em áudio do que no papel. Good Omens é um desses textos. Ficou muito mais leve, divertido e rápido. Enquanto no livro eu penei para chegar ao final, no áudio drama eu ouvi com ansiedade os quatro primeiros episódios seguidos (menos de 30 minutos cada) e terminei os dois últimos (pouco mais de uma hora e meia) no dia seguinte. A história flui, as vozes são muito bem colocadas (adorei o elenco) e os sons de ambiente (sei lá como se chama isso!) fazem o ouvindo se sentir no meio dos acontecimentos.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Metas Literárias

Início (ou final) do ano todo mundo faz a sua meta literária e sai espalhando por aí. Eu não gosto muito de compartilhar minhas metas, porque morro de medo de falhar miseravelmente, então sempre tentei cumprir meus objetivos em silêncio. Verdade seja dita que minhas metas não costumam envolver muitas dificuldades. Minha tendência sempre foi um número específico de livros e tentar sair da zona de conforto, porque sou o tipo de leitora que agarra em um gênero e não larga mais, ou então, em um autor e fica bitolada ali. Por isso que eu tentava sempre participar de algum desafio literário, para me forçar a chacoalhar a mente e sair da toca.

O interessante é que as metas costumam ser criadas em períodos de férias ou recesso de final de ano, que é justamente a época em que as pessoas estão mais tranquilas e com tempo disponível para ler. E é aquela beleza...você esquece completamente que ao longo do ano as coisas não serão as mesmas, a vida enlouquece, o trabalho suga o teu tempo e quando você percebe tem que ler no banheiro se quiser dar conta do livro que se propôs a ler. É aquela doideira.

Óbvio que eu não sou diferente e na empolgação do recesso, estabeleci três metas para 2015 e, pela primeira vez em algum tempo, não foquei em um número de livros que quero ler:

1) Quero dar continuidade às séries literárias. 
Percebi que tenho o péssimo hábito de ler um ou dois livros de uma série e então deixar para lá. Algumas é porque a série é horrível mesmo, mas alguns é simplesmente porque fico atolada de coisa e deixo para depois e esse depois nunca chega.

As séries que eu lembro que estou lendo (e pretendo continuar em algum momento):

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Livros de 2014

Eu sou dessas....ao invés de fazer a minha retrospectiva de 2014 no final do ano, deixei para fazer os posts todos no início de 2015.
Vergonha, tsc, tsc, tsc.

Eu tinha uma meta de leitura para 2014: ler um livro por semana (foram 52 semanas no ano, embora eu só tenha me dado conta desse número em dezembro) ou, pelo menos, 48 livros no ano.

As leituras estava fluindo tranquilamente (bom, não tão tranquilamente assim...eu emperro em alguns, tem épocas que só vejo séries de tv) até que houve uma mudança na minha rotina diária a partir de outubro. Então o tempo rareou e eu tive que fazer um grande esforço para conseguir manter a leitura em dia. Infelizmente não sou dessas pessoas que conseguem ler em movimento (passo muito mal, nem mensagem no celular eu consigo ler), o que significa dizer que um tempo preciso eu acabo desperdiçando. É bem verdade que nos dias que eu resolvi voltar para casa caminhando (naquela tentativa básica de sair da vida sedentária) eu aproveitar para ouvir vários audio dramas de Doctor Who, mas ainda assim...




quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Os Filmes de 2014.

Primeiro dia do ano e, para não quebrar a tradição, eis os filmes vistos em 2014. Foram 48. Menos do que eu queria, mas o suficiente se pensar na trinca filmes/séries de tv/livros espalhados pelo ano.
Nem me atrevo a fazer uma lista dos 10 que eu mais gostei, porque eu tenho uma memória horrível e sou incapaz de decidir em votações desse tipo. 

De janeiro a março:

01) Frozen
02) Much Ado About Nothing
03) Dallas Buyers Club (O Clube de Compras Dallas)
04) 47 Ronins
05) The Numbers Station (Códigos de Defesa)
06) Toki o Takeru Shojo (The Girl Who Leapt Through Time)
07) Only Lovers Left Alive (Amantes Eternos)
08) The Wolf of Wall Street (O Lobo de Wall Street)
09) The Monuments Men (Caçadores de Obras-Primas)
10) Robocop
11) Her (Ela)
12) Philomena



quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Desafio Literário do Tigre 2014: Guilty Pleasure

E chegamos ao último mês do ano (bom, ao último dia do último mês, porque eu me enrolei para postar mais uma vez). É com tristeza no coração que encerro o Desafio Literário do Tigre, o qual veio para ocupar o espaço do Desafio Literário no meu coração e no meu planejamento anual de leitura. Para o próximo ano preciso organizar novas metas...

DESAFIO LITERÁRIO DO TIGRE
TEMA 12: GUILTY PLEASURE

Livro 01: As Feiticeiras de East End
Autora: Melissa de la cruz
Editora: ID

Livro 02: O Beijo da Serpente
Autora: Melissa de la cruz
Editora: ID



A ideia era ler algum livro que nós tivéssemos vontade, mas que sentíssemos uma cerca vergonha de confessar que queríamos ler. Sabe como é, os famosos guilty pleasures. Eu não conseguia pensar em algum título, pois todos os que eu fico meio envergonhada de gostar eu já li... mas lembrei desta série de tv que eu amo e que sei que passa anos-luz de ser uma série "de respeito": Witches of East End.

E foi o meu amor pela série (já cancelada) que me fez escolher os livros que a originaram. Li logo de cara os dois primeiros livros (que já foram lançados em português) e apenas o terceiro ficou para trás.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Os filmes da semana passada

A vida nos últimos meses do ano anda aquela correria maluca que (quase) todo mundo conhece, mas sempre se dá um jeito de se ver um filminho aqui e outro acolá. Bom...o recesso e uma viagem no meio do caminho ajudou um pouco na logística, mas isso são detalhes.


Desde que Jogos Vorazes - A Esperança (parte 1) tinha estreado eu tentava ir ao cinema assistir ao bendito, mas nunca dava certo. Então estreou O Hobbit e o único horário livre de Mockingjay passou a ser 21h55min. Ninguém merece um filme neste horário!!! Mas como era assistir ou perder o filme no cinema (já estava em cartaz há umas 3 ou 4 semanas) eu coloquei o cansaço de lado e fui.
Óbvio que não me arrependi. O filme é muito bom. O início é aquela enrolação que também tem no livro, a mesma irritação que eu senti com a Katniss no livro eu senti no filme, então estava tudo bem. Depois a coisa ganha corpo e vai crescendo e não tem como o espectador sair do cinema insatisfeito.
Natalie Dormer está uma fofa como Cressida e eu até gostei do Liam Hemsworth! Sim, eu sou fã do Gale, amo o personagem, mas nunca fui muito chegada no Hemsworth mais jovem, só que ele até conseguiu que eu simpatizasse com ele neste filme.
E quanto, ao final, aparece 'em memória de Phillip Seymour Hoffman' eu senti até meu coração falhar uma batida. Durante o filme fiquei tão envolvida com a coisa toda que esqueci que o ator faleceu neste ano. Que perda!
Julianne Moore também está confortável no papel da Presidente Alma Coin, porém não havia todo o antagonismo que foi mostrado no livro. A Presidente e Katniss tiveram uma relação muito mais amigável no filme.
O negócio agora é esperar pelo próximo que, ainda bem, sai agora em 2015.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Preciso de uma estante...

Estava eu tranquilamente tentando acomodar os livros recebidos de presente no final do ano na velha estante de guerra e percebi duas coisas importantes:

1) Não tem mais espaço nem para uma agulha (já está tudo amontoado....socorro!!!).

2) Preciso de uma estante (ou pelo menos de algumas prateleiras) para os livros ainda não lidos.

Eu tenho o péssimo hábito de colocar os livros que eu ainda não li misturados com os já lidos e fica uma bagunça só. O resultado é que eu esqueço que o livro está ali no meio dos outros (as vezes atrás, escondido) e a lista de coisas mofando na estante só cresce.

Não mais!! Hei de tomar providências sérias quanto a isso em 2015.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Leitura de hoje

Quando a Panini lançou Laços (a história da Turma da Mônica escrita/desenhada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi) eu corri para ler, mas não consegui colocar minhas mãos nas outras HQs do universo do Maurício de Souza naquela época.

Mas hoje eu me redimi desta falha no currículo e finalmente li Magnetar, Pavor Espaciar e Piteco-Ingá. 

É claro que eu adorei, principalmente de Magnetar. Que história linda! Cheguei a chorar. Pavor Espaciar é pura diversão. E o traço é muito fluido, funciona super bem. Adorei mesmo. Já a história do Piteco eu não gostei muito, mas achei o traço e a cor belíssimos. 

Uma pena que os quadrinhos não eram meus...acho que preciso criar vergonha na cara e colocar a mão no bolso e adquirir as minhas próprias HQs. Elas são tão bem feitas!





segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Desafio Literário do Tigre 2014: Crônicas

Por motivos de força maior neste mês de novembro eu não consegui escrever o texto do Desafio Literário do Tigre. Mas fiz um videozinho para não passar em branco...

DESAFIO LITERÁRIO DO TIGRE
TEMA 11: BRASILEIRO

Livro 01: As Verdades Que Ela Não Diz
Autor: Marcelo Rubens Paiva
Editora: Foz

Livro 02: Banquete com os deuses
Autor: Luis Fernando Veríssimo
Editora: Objetiva




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Desafio Literário do Tigre 2014 - Convocação.