Sinopse: Beth Cardall tem um segredo. Durante dezoito anos, ela não teve escolha senão guardá-lo para si, mas, na véspera do Natal de 2008, tudo isso está prestes a mudar.
Para Beth, 1989 foi um ano marcado pela tragédia. Sua vida estava desmoronando, sua filha de seis anos, Charlotte, sofria de uma doença misteriosa; seu casamento transformou-se de uma relação aparentemente feliz e carinhosa em algo repleto de traição e sofrimento; seu trabalho estava por um fio e ela perdera totalmente a capacidade para confiar, ter esperanças e acreditar em si mesma. Até que, um dia extremamente frio, após atravessar uma nevasca até a loja de conveniência mais próxima, Beth encontra Matthew, um homem misterioso e encantador, que mudaria de uma só vez o curso de sua vida.
Quem é este homem e como ele parece conhecê-la tão bem? Matthew a persegue incansavelmente, mas somente após se apaixonar perdidamente é que descobre seu incrível segredo, transformando sua forma de ver o mundo, assim como seu próprio destino.
Livro: A Promessa
Autor: Richard Paul Evans
Editora: Lua de Papel
Tradução: Thiago Novais
Nº de páginas: 283
Algum tempo atrás eu vi um site que mostrava como era possível saber o tipo de filme pelos cartazes. Infelizmente perdi o link, senão postava aqui para vocês darem uma conferida. Mas o caso é que eu deveria saber como era A Promessa quando olhei para a capa do livro. Eu até pensei, mas me deixei enganar pela vendedora da livraria que me recomendou o bendito.
O interessante é que eu estava comprando Confissões de Uma Máscara do Yukio Mishima naquele dia (estava com o livro na minha mão para levar) e ela de repente aparece ao meu lado e diz "leve este, é muito bom". Como estava na promoção eu não pensei muito e levei. Assim, na confiança. Nem parei para ler do que se tratava (pois é). Só passei os olhos rapidamente na contracapa e li o início da sinopse (aquela ali em cima) e o final e falei para mim mesma "ok, vou levar".
Deveria ter parado para pensar com mais carinho. Não que o livro seja horrível, ele não é. Mas poderia ser melhor, muito melhor. Ainda mais com o tema que o autor escolheu. A vantagem é que ele é super fácil e rápido de ler. Terminei rapidinho.
Eu tinha certeza que era uma mulher quem escreveu o livro. É claro que eu tinha visto o nome do autor na parte superior da capa, mas sabe quando você lê e não processa a informação? Pois é, foi o que aconteceu. Mas no fundo deve ser preconceito meu achar que um livro assim tão água com açúcar deveria ter sido escrito por uma mulher e não um homem. Já está mais do que comprovado que homens também sabem ser cliché e adocicados (e mulheres podem ser duras e severas em seus textos).

