terça-feira, 25 de outubro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles - The Demon Hand (1x07)

Por algum motivo que eu não lembro mais, eu não fiz a resenha deste episódio em 2008. Então vou aproveitar e falar sobre ele agora. Nada muito elaborado e, com certeza, nada com o mesmo nível de reflexão e ponderação que eu fiz em 2008, já que naquela época eu via a série pela primeira vez e não sabia o que aconteceria no futuro.
Serão apenas algumas pontuações de coisas que chamaram a minha atenção.


Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódio: The Demon Hand
Temporada:
Número do Episódio: 7
Data de Exibição nos EUA: 25/02/2008
Data de Exibição no Brasil: 17/06/2008
Emissora no Brasil: Warner


The Demon Hand foi o primeiro episódio a demonstrar de uma forma menos sutil a humanização dos exterminadores. O que nos torna especiais quando eles podem fazer tudo o que fazemos e ainda melhores?
Esse foi o primeiro episódio escrito por Toni Graphia. Ela escreveu ao todo 05 episódios para TSCC:

- The Demon Hand (1x06)
- Allison from Palmdale (2x04)
- Self Made Man (2x11)
- Ourselves Alone (2x17) ...este escreveu juntamente com Daniel T. Thomsen
- Adam Raised a Cain (2x21) ...o penúltimo da série.

Dos cinco episódios, três foram dirigidos por Chales Beeson. Os outros dois, Self Made Man e   Ourselves Alone, foram dirigidos por Holly Dale e Jeff Woolnough respectivamente. E, coincidência ou não, esses foram os episódios que mais exploraram a humanidade de Cameron e a sua interação com as pessoas ao seu redor.

Mas nem só de Cameron vivem os episódios de Toni Graphia. Todos os personagens tem suas nuances trabalhadas nas mãos da roteirista e, propositalmente ou não, eles crescem e amadurecem diante dos nossos olhos.

Meme Literário de Um Mês - Dia 25


Dia 25 - Tem algum livro que você tenha mais de uma edição do mesmo? Se sim, por que?

Esse não é um hábito que eu tenho, o de comprar várias edições, diferentes traduções etc. Mas compro versões em inglês e depois em português, se realmente gostar do livro ou se li em inglês antes porque não aguentei de ansiedade.

Tenho em inglês-português:

-os dois últimos volumes de Harry Potter;
- o cinco primeiros volumes da série The Southern Vampires Novels, da Charlaine Harris (pq só saíram os 5 primeiros em português até agora);
- A Irmandade da Rosa/The Brotherhood of the Rose, de David Morrell;
- Eclipse e Breaking Dawn, da Stephenie Meyer.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – Queen’s Gambit (1x05) e Dungeons & Dragons (1x06)

Review originalmente postada no site Teleséries (2008)



Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódios: Queen’s Gambit e Dungeons & Dragons
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 5 e 6
Data de Exibição nos EUA: 11 e 18/2/2008
Data de Exibição no Brasil: 3 e 10/6/2008
Emissora no Brasil: Warner

Um homem do passado de Sarah e um do seu futuro. Um tão diferente do outro, mas ambos igualmente importantes. Queen’s Gambit introduz Derek Reese, o soldado da resistência que sobreviveu ao massacre do T-888 alguns episódios atrás, e que, não por coincidência, é irmão de Kyle Reese, o pai de John. Também traz de volta Charley Dixon, o ex-noivo de Sarah e que foi talvez a única figura paterna realmente importante para o jovem Connor.

Sarah e Derek se encontram no momento da morte de Andy Goode, o soldado é preso e Sarah o ajuda a escapar da prisão. Infelizmente para ele as coisas não são tão fáceis e o T-888 o persegue e Derek é baleado. O exterminador é eliminado e o endoesqueleto recolhido por Cameron, menos a mão que foi encontrada pelo agente Ellison. John, ao descobrir o parentesco com o soldado leva Charley até a casa para salvar o tio.

O grande momento do episódio para mim foi sem dúvida o final, quando Sarah e Charley se encontram, mas confesso que a maior dor que senti foi ao ver Andy assassinado. Eu realmente gostava do rapaz. Inocente e cheio de planos pagou pela própria genialidade. Mas a nova versão do Turk desapareceu, o que me faz perguntar se sua morte não foi em vão.

Meme Literário de Um Mês - Dia 24



Dia 24 - Você lê um livro por vez ou gosta de alternar a leitura em dois ou  mais livros?

Sabe quando você tem a sensação de já ter respondido esta pergunta? Mas olhei uma por uma e não, não respondi ainda. Estranho...
É muito raro eu ler um único livro, porque sempre surge alguma coisa que chama muito a minha atenção no meio do caminho e eu tenho que começar a ler, senão fico maluca. E tem também os locais de leitura. Sempre carrego um livro na bolsa, mas não é necessariamente o mesmo que eu leio em casa, pois geralmente deixo em casa os que são muito pesados para carregar por aí. E tem os que eu leio no computador quando estou sem paciência com alguma coisa, ou simplesmente não tenho nenhum livro físico por perto.
E é claro, tem os casos onde o livro está se enrolando demais (ou melhor, eu estou demorando demais para terminar a leitura) e eu pego algum outro para ler simultaneamente, que é para não ter a sensação de que eu não li nada útil nas últimas semanas.

domingo, 23 de outubro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – Heavy Metal (1x04)

Resenha original postada no site Teleséries (em 2008).
Desta vez, sem qualquer comentários adicionais atuais, pois na época eu disse exatamente o que eu diria hoje em dia.



Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódio: Heavy Metal
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 4
Data de Exibição nos EUA: 4/2/2008
Data de Exibição no Brasil: 27/5/2008
Emissora no Brasil: Warner

Quando é hora de uma mãe olhar para o filho e soltá-lo para o mundo? Quando é o momento de permitir que a sua criança, aquele que veio de dentro de você e por quem você daria a própria vida, pratique seus próprios erros e comece a pagar por eles?

Esse episódio teve seus altos e baixos mas demonstra exatamente o dilema pelo qual Sarah tem passado. Ela sabe o que o filho deve ser no futuro, o que não a impede de tentar segurá-lo ao seu lado o máximo possível. Por vezes tenho a sensação que ela chega a se ressentir do John do futuro. Também pudera, até agora ela tem convivido com um garoto doce e até certo ponto inocente, apesar de sua força interior e capacidade de coisas extraordinárias nos momentos certos. Mas o John do futuro demonstra ser um homem frio, capaz de usar as pessoas ao seu lado sem titubear desde que isso signifique um passo à frente em sua luta contra as máquinas. Sara sabe que tem criado o filho exatamente para isso, o que não torna mais fácil enxergar o fruto de sua criação.

Meme Literário de Um Mês - Dia 23


Dia 23 - Você costuma ler e-books? Ou prefere o bom e velho livro em papel? Por que?

Eu prefiro o livro de papel. Tem alguma coisa a ver com a sensação de segurar o livro, poder folhear as páginas, lembrar em que parte dele estava aquela cena que você gostou ou a frase que chamou a sua atenção. Não sei explicar direito, mas tem muito a ver com as lembranças e o prazer da leitura em si.
Mas leio e-book sem problema. Na verdade, já li tanto livro no computador que perdi as contas. Teve um ano que li 16 livros no meu mp4, com tela minúscula e os textos em formato .txt
No geral eu não gosto muito de ler no computador por falta de comodidade mesmo. Eu gosto de ler deitada e não tenho tablet de leitura, o que me obriga a carregar o notebook comigo e é ruim e desconfortável. E mesmo quando leio no computador, se tenho a oportunidade de comprar depois o livro em papel para tê-lo comigo para consulta e afins eu compro.

sábado, 22 de outubro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – The Turk (1x03)

Pois é, 3º episódio e continuo gostando da série tanto quanto gostei da primeira vez que assisti. E continuo sem entender como pode ter sido cancelada.
A review que segue foi originalmente postada no site Teleséries em 2008. Pequenos comentários atuais em vermelho no decorrer do texto.


Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódio: The Turk
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 3
Data de Exibição nos EUA: 21/1/2008
Data de Exibição no Brasil: 20/5/2008
Emissora no Brasil: Warner

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Eis um episódio muito gostoso de assistir, mas incrivelmente complicado de comentar. Faltam coisas excepcionais para serem relatadas, o que não tira o prazer de assistir o episódio.

Há três linhas diferentes de ação:

* Sara e sua busca pelas pessoas cujas fotografias estavam entre os documentos que eles encontraram com os rebeldes do futuro;
* John e Cameron em sua rotina escolar;
* Cromartie e a regeneração de seu corpo.

A parte da Sara, confesso, foi a que eu mais gostei. Andrew Good – Andy – é um doce de rapaz. (Edit: e acabei de me dar conta que o ator, Brendan Hines, é o Loker, de Lie to Me) Mas não consigo visualizar alguém com uma mente como a dele, acabar vendendo (e muito mal) celulares em uma loja qualquer de departamentos. É muito azar! Mas azar ainda maior é ele resolver construir um computador tão avançado, que é capaz de ter ‘humores’, e, pior, dividir essa sua engenhosidade científica com a única mulher que tem calafrios só de ouvir a palavra máquina e inteligência numa mesma sentença. Sem contar que é triste olhar para a inocência do Andy e pensar que ele poderia ser responsável pelo apocalipse.