quarta-feira, 9 de novembro de 2011

As coincidências desta vida.

Lá estava eu no tumblr no domingo, pesquisando coisas sobre The Secret Circle, The Sarah Connor Chronicles e Thomas Dekker, quando vi em um post que Thomas Dekker participou do filme My Sister's Keeper.

Eu não tinha a menor ideia do que falava o filme, mas fui dar uma bisolhada e achei interessantíssima a história, o que me levou a baixá-lo logo em seguida (mas ainda não vi...não deu tempo mesmo).

O legal é que ele é baseado em um livro escrito pela Jodi Picoult (do qual eu também nunca tinha ouvido falar) e conta a história de duas irmãs (de toda a família? Não sei, não li ainda), uma com câncer e a outra que nasceu com o propósito de servir de doadora para a irmã doente...até que ela se nega e pede a emancipação. E agora? Como lidar com a situação?

Seja como for, o caso é que eu não conhecia nem filme, nem livro, mas desde domingo já ouvi algumas menções sobre ambos. Hoje mesmo conversava com a Simone Miletic no twitter e ela comentou que comprou o livro (ora vejam! fiquei surpresa) e eu disse que baixei o filme. E fiquei doida de vontade de comprar o livro também - que em português se chama A Guardiã da Minha Irmã (já foi para a lista).

E logo depois, o twitter do canal HBO anunciou o filme Uma Prova de Amor (o título de My Sister's Keeper em português). Tudo no mesmo dia.

Será o universo conspirando para me convencer a ler e assistir os benditos? O final eu sei que é diferente....

E deixo-vos com o trailer. 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – The Tower is Tall But the Fall is Short

Texto postado originalmente no site Teleséries (2008).



Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódio: The Tower is Tall But the Fall is Short
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 15 (2×06)
Data de Exibição nos EUA: 20/10/2008
Data de Exibição no Brasil: 9/12/2008
Emissora no Brasil: Warner

The Tower is Tall But the Fall is Short foi um episódio revelador e emocionante. Não teve uma única parte que tenha me deixado cansada ou entediada. Cada segundo em tela foi importante e extremamente relevante para o desenvolvimento dos personagens e conseqüentemente dos futuros episódios.

A figura utilizada para o desenrolar dos acontecimentos no episódio foi o psiquiatra Dr. Boyd Sherman. Coincidentemente o bom doutor foi procurado por dois inimigos que ainda não se conhecem: os Connor e Catherine, cada qual por seu motivo. Os Connor querem saber porque o nome do médico está escrito em sangue na garagem da família. Já Catherine o procura na tentativa de ajudar a filha, que obviamente tem alguns problemas desde a morte do pai. 

E o mais interessante para mim foi saber que a pequena Savannah é afinal apenas uma garotinha mesmo, cuja mãe infelizmente foi ‘trocada’ por uma T1001. E Catherine pode ser a eficiência em pessoal, mas maternal ela definitivamente não é. Mas todo o esforço que ela tem feito para parecer mais humana, para se aproximar da filha e para ser aos olhos do mundo a mulher de quem ela tomou a aparência, chamou a minha atenção.

Minhas novas aquisições

Adoro promoção de livros, principalmente quando ela é em livraria física, porque não tem nada melhor do que pegar um livro na mão, ver que é uma pechincha e ter coragem de comprar.
Ontem passei por acaso em frente a Livraria Catarinense e fui atraída pelo cartaz promocional. E lá se foram alguns realitos em dois livrinhos básicos:




segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – Goodbye to All That

Texto postado originalmente no site Teleséries (2008).



Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódio: Goodbye to All That
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 14 (2×05)
Data de Exibição nos EUA: 6/10/2008
Data de Exibição no Brasil: 2/12/2008
Emissora no Brasil: Warner

Eu gosto desse episódio por muitos motivos, mas principalmente pelo final. Sou uma fã de dramas e talvez tenha sentido tanto quanto John ouvir Derek dizer que Bedell morreu por ele, que todos eles morreriam por ele.

Foi interessante ver um (novo) exterminador vindo do futuro para eliminar Martin Bedell, um dos braços direitos de Connor. E esse sujeito, embora tenha falado apenas duas palavras, foi um exterminador muito mais legal de ver do que Garrett Dillahunt jamais o será na pele de Cromartie. É bem verdade que ele foi tão inútil quanto, mas pelo menos ele tinha todo o jeitão de uma máquina do futuro letal e assustadora que, afinal de contas, é o que quase todo mundo quer ver na série.

Desta vez a família disfuncional se dividiu em dois. Enquanto Sarah e Cameron protegiam um Martin Bedell mais jovem, John e Derek se infiltraram em uma academia militar para garantir a segurança do Bedell que será de utilidade para Connor no futuro.

domingo, 6 de novembro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – Allison from Palmdale

Texto postado originalmente no site Teleséries (2008)


Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódio: Allison from Palmdale
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 13 (2×04)
Data de Exibição nos EUA: 29/9/2008
Data de Exibição no Brasil: 25/11/2008
Emissora no Brasil: Warner

Eis um episódio que me marcou mais do que qualquer outro, pois ele me permitiu teorizar em cima da personagem que é para mim, de longe, a melhor de The Sarah Connor Chronicles: Cameron.

Novamente o episódio se divide em três histórias distintas, a de Cameron/John, a de Sarah/Kacy e de Ellison/Catherine.

Inicialmente, as tramas mais simples. Sarah leva Kacy ao hospital e Ellison tenta decidir se largaria o FBI para trabalhar para a empresária em sua busca pelos ciborgues. Catherine está obviamente manipulando Ellison, a pergunta é por que ele se deixa manipular?

As cenas de Sarah aparentemente não tiveram uma grande relevância para o desenvolvimento da história como um todo, mas eu gostei bastante. Serviu para mostrar que Sarah pode ser uma mulher normal, com uma amiga comum e, principalmente, que é muito mais do que a mãe desesperada e neurótica que demonstra ser desde o primeiro episódio. É gostoso ver um lado diferente de um personagem de vez em quando. Mostra que há vida além da neurose. Uma pena que explorem tão pouco esse lado da personagem.

Mas o que traz o diferencial para Allison from Palmdale é a terceira história.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Livro: Glenraven

Sinopse: Tudo que Sophie e Jayjay precisavam era de um lugar tranquilo para que pudessem descansar e esquecer as cicatrizes do passado. O pequeno principado de Glenraven parecia ser o lugar perfeito: perdida no Norte da Itália, a cidade aparentava ter uma atmosfera mágica, cercada por gargantas profundas e montanhas quase intransponíveis. O que as amigas não esperavam é que toda aquela beleza escondesse os mais terríveis perigos.


Livro: Glenraven
Autoras: Marion Zimmer Bradley e Holly Lisle
Editora: Rocco
Tradução: Alberto Lopes
Nº de páginas: 319


Eu sou fã de Marion Zimmer Bradley desde que era criança, mas nunca tinha me interessado por ler Glenraven (não sei o porquê). Foi só nesse mês de outubro que eu passei por um sebo e dei de cara com o livro e resolvi comprar. Assim, num ímpeto meio inexplicável.

Não sabia absolutamente nada sobre o livro e tampouco conhecia a autora que co-escreveu o bendito.

Marion dispensa apresentações. Ela é autora de duas das minhas séries literárias favoritas, Darkover e Avalon. E tem tanta coisa escrita que eu não conheço nem metade. Uma pena que já tenha falecido. Há inúmeros trabalhos que não conseguiu terminar (e outras autoras estão concluindo) e ideias que não teve a oportunidade de desenvolver. Nós, fãs, saímos perdendo, mas ela com certeza deu uma bela contribuição ao mundo nos seus 69 anos de vida.

Holly Lisle eu não conheço muito. Até ler Glenraven eu sequer sabia que ela existia. Mas ela parece uma autora incansável e que também gosta muito do gênero de fantasia, ficção científica e romances paranormais. E foi só pesquisando sobre ela que eu descobri que Glenraven tem um segundo livro, In the Rift, também em parceria com Marion e que, acredito, não foi traduzido para o português.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – The Mousetrap

Review postada originalmente no site Teleséries (2008).
Nada a acrescentar. Incrível como pensei desta vez exatamente o que pensei em 2008.



Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódio: The Mousetrap
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 12 (2×03)
Data de Exibição nos EUA: 22/9/2008
Data de Exibição no Brasil: 18/11/2008
Emissora no Brasil: Warner

The Mousetrap é o título perfeito para este episódio. E me fez pensar que Cromartie não é burro, ele apenas é um exterminador meio azarado. Por algum motivo os seus planos nunca dão certo. E não é nem por causa da capacidade excepcional dos Connors, é falta de sorte mesmo.

Infelizmente as coisas não foram bem para Michelle após descobrir sobre o futuro que espera a humanidade. Eu nunca quis que o Charley tivesse casado. Na minha opinião ele era o parceiro que a Sarah precisava para ficar mais humana e menos aterrorizada. Infelizmente não foi esse o destino que as forças superiores quiseram para os personagens, e Dixon acabou casado e mesmo assim enrolado no destino cruel dos Connor. Mas confesso que esse nunca foi o fim que eu queria para Michelle. Ser reduzida ao queijo na ratoeira é algo que ninguém merece. E pior, morrer por um adolescente que ela sequer conhece e que no fundo não está nem aí com ela, tão preocupado em viver a sua vidinha chata de jovem revoltado chega a dar vontade de chorar de raiva.