segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – Alpine Fields

Texto postado originalmente no site Teleséries (2008).



Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódio: Alpine Fields
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 21 (2×12)
Data de Exibição nos EUA: 8/12/2008
Data de Exibição no Brasil: 3/3/2009
Emissora no Brasil: Warner

Alpine Fields é um episódio praticamente isolado dos restantes, entretanto funciona muito bem. A história vai e volta entre passado, presente e futuro, mas o faz de forma coerente e instigante, embora não delimite uma data exata para os acontecimentos. O que se sabe é que ‘agora’ (seja lá em que ponto específico da série seja este agora) Derek está ajudando uma senhora grávida e ferida devido ao ataque de um ciborgue a dar a luz sua filha. Também sabemos que isso está acontecendo seis meses após a família da mesma mulher ter sido atacada pela primeira vez por um exterminador e ter sido resgatada por Sarah e Cameron. Quanto ao futuro, bom, fica bastante claro que as cenas no futuro, são pós retorno de Kyle ao passado. Então, sabemos mais ou menos em que pé estamos, mas não sabemos datas exatas. Mas e quem precisa? O que importa é que a história desenvolveu perfeitamente e que eu criei empatia com todo mundo ali.

Outra coisa interessante é que nesse episódio John não participou e, sinceramente, não fez a menor falta. Não porque eu não me importe com ele, mas porque realmente não havia necessidade dele para o desenvolvimento dessa história específica.

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – Self Made Man

Texto postado originalmente no site Teleséries (2008).



Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódio: Self Made Man
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 20 (2×11)
Data de Exibição nos EUA: 1/12/2008
Data de Exibição no Brasil: 24/2/2009
Emissora no Brasil: Warner

Das séries que já assisti (e acreditem, foram e ainda são muitas), Terminator é uma das minhas preferidas.
Eu sou fã, mas não sou cega. Sei que a série tem seus defeitos, caso contrário não teria agonizado nas noites de sexta-feira e morrido prematuramente.. Apesar disso, fiquei viciada desde o primeiro dia e simplesmente não consigo deixar de amá-la. Gosto é uma coisa muito particular e principalmente sem sentido. Quantas vezes não amamos algo ou alguém justamente por seus defeitos? Por isso não me importo muito com toda a propaganda negativa: amo Terminator e provavelmente sempre irei amar.

Mas andei pensando no motivo da série não ser muito bem recebida semana após semana. Creio eu que é por ser um sci-fi de drama disfarçado de ação. Quero dizer, levando em consideração a sua origem, era de se esperar que Sarah Connor Chronicles viesse recheada de explosões, lutas, correria e, não um exterminador da semana, mas algumas situações que nos mostrasse que John tem cacife para ser o futuro líder da humanidade. Mas não foi isso o que recebemos. TSCC é sobretudo um drama que apenas ocasionalmente nos mostra alguma ação (e geralmente não muito boa).

O problema? Bom, fãs de sci-fi ação não são exatamente fãs de sci-fi drama. E fãs de dramas normais não se arriscam em séries de ficção científica. Dito isso, dá para entender melhor o motivo da série não emplacar. E Self Made Man é o típico episódio calmo e pacato, feito para analisar os personagens e que perde algumas excelentes oportunidades de colocar um recheio mais cheio de vida e agitação. Eu adorei, mas entendo se alguns torcerem seus narizes.

domingo, 20 de novembro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – Strange Things Happen at the One Two Point

Texto postado originalmente no site Teleséries (2008):



Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódio: Strange Things Happen at the One Two Point
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 19 (2×10)
Data de Exibição nos EUA: 24/11/2008
Data de Exibição no Brasil: 17/2/2009
Emissora no Brasil: Warner

Eis um episódio recheado de implicações para futuros acontecimentos. Praticamente tudo teve importância em maior ou menos escala. Mas, sinceramente, o que eu realmente gostei foi da aproximação de mãe e filho. Acho que foi a primeira vez em muito tempo que John foi o personagem que eu acreditava que ele deveria ser. Inteligente, interessado, ligado à mãe e disposto a apoiá-la, e ainda assim cuidadoso para não abrir o seu futuro/passado para os outros. Uma pena que ele não seja sempre assim.

Sarah também esteve bem neste episódio. Sua loucura e obsessão (características que já conhecíamos de Sarah desde os tempos de Terminator 2) finalmente começam a dar as caras novamente. Não sei até onde essa implicância com os três pontos a levará, mas por ora rendeu um bom episódio.

Infelizmente para ela, a tal empresa Dakara não tinha qualquer importância para o desenvolvimento da Skynet, mas não deixou de ser interessante vê-la flertando com Alex ou mesmo se arrumando de forma mais feminina. E nos deu a oportunidade de ver Cameron falando japonês e principalmente, parecendo totalmente letal em salto alto e vestido.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – Mr. Ferguson is Ill Today (2x08) e Complications (2x09)

Texto postado originalmente no site Teleséries (2008):



Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódios: Mr. Ferguson is Ill Today e Complications
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 17 (2×08) e 18 (2×09)
Data de Exibição nos EUA: 10 e 17/11/2008
Data de Exibição no Brasil: 3 e 10/2/2009
Emissora no Brasil: Warner

Mr. Ferguson is Ill Today foi um episódio fantástico. Achei incrível a primeira vez que assisti e na segunda gostei tanto quanto (Edit: e continuei adorando quando revi agora dois anos depois). A narrativa diferente deu um ar especial à coisa toda e nos permitiu enxergar os acontecimentos por completo. E algumas coisas se destacaram:

- A estupidez do John. Será que esse garoto nunca irá aprender?
- Cameron seduzindo John na cama e o desespero para encontrá-lo na delegacia;
- Cromartie concluindo que o chip de Cameron foi danificado, pois a ciborgue vem cometendo erros;
- Cromartie finalmente sendo abatido (com mais facilidade do que qualquer outro exterminador na franquia, eu deduzo, devido ao tiro inicial que danificou ligeiramente seu chip e depois os tiros concentrados na mesma região);
- Riley sendo tragada para a vida de John (será que Sarah nunca deixará o filho ter alguém?) e, pior, começando a demonstrar que não é tão alegre e desencanada como parecia inicialmente;
- John e Sarah abraçados no final. É sempre bom vê-los apoiando de verdade um ao outro;
- O papel de Ellison. Pequeno, mas crucial.

E fica a pergunta: como o fotógrafo reconheceu John, se já faz pelo menos 14 anos que os Connor saíram da cidadezinha? E John viveu ali quando ainda era uma criança. Mesmo que estivesse entrando na adolescência, nesta fase os meninos mudam muito. Ficam quase irreconhecíveis. Eu vejo as fotos do meu irmão e não seria capaz de reconhecê-lo se não vivesse com ele durante todo o processo, imagina um fotógrafo qualquer que sequer tinha um envolvimento maior com o garoto?

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Conheça a Rainha Má

Os Contos de Fada estão no auge e, aparentemente, Branca de Neve é a cereja do bolo. Só neste ano fomos apresentados a três versões da princesa imortalizada no imaginário popular pela Disney. Uma delas na TV, no até agora competente Once Upon a Time, e duas no cinema.
Mas quem rouba a cena é sem dúvida alguma a Rainha Má, vilã absoluta dos contos infantis. E são três as atrizes encarnando a personagem:

Lana Parrilla, magnífica como Evil Queen/Regina em Once Upon a Time
Charlize Theron, eclipsando a bela e selvagem Branca de Neve (sim, eu acho Kristin Stewart bela) no trailer de Snow White and the Huntsman
Julia Roberts, a mais apagada das Rainhas, contraponto para a mais apagada e inocente das Brancas de Neve em Mirror Mirror.

E é claro que todo mundo já deve ter visto um pouquinho de cada, mas não custa relembrar, não é?




Once Upon a Time:






domingo, 13 de novembro de 2011

Review: Terminator: The Sarah Connor Chronicles – Brothers of Nablus

Texto original postado no site Teleséries (2008).



Série: Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Episódio: Brothers of Nablus
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 16 (2×07)
Data de Exibição nos EUA: 3/11/2008
Data de Exibição no Brasil: 16/12/2008
Emissora no Brasil: Warner

Embora eu tenha gostado bastante desse episódio, até agora eu não sei a quê ele veio (além de me fazer adorar a Cameron – e sua busca incessante pela jaqueta de couro – ainda mais). Por que Ellison foi ‘clonado’ e quase assassinado? E por que Cromartie mais uma vez o deixou viver? Não consigo enxergar sentido nesse drama entre os dois.

A prisão do ex-agente é compreensível depois da morte do pobre humano que teve as roupas roubadas, mas qual a importância desse acontecimento para a série em si? Mostrar que o tal agente que o interrogou interpreta um exterminador muito mais convincente do que Dillahunt interpreta Cromartie? Acho que não. Mas foi a única coisa que enxerguei na historinha toda. Porque apesar de eu ter gostado das conversas dele com a esposa e com Catherine, o que isso realmente acrescentou à trama? Se alguém conseguiu tirar algum sentido útil de tudo isso, por favor, compartilhe. A sensação de não enxergar a razão de ser de algo sutil é muito aflitiva (Edit: sem falar que todo mundo manda alguém para o passado a todo momento por qualquer razão. Se eles tem toda esta facilidade, porque a Skynet já não volta em massa e destrói a humanidade de uma vez por toda? Essa conveniência de mandar alguém para o passado sempre que a história exige alguma coisa me irrita profundamente).

De resto, a única trama mais importante foi Cromartie recebendo a foto de Cameron e partindo em busca de John. Gostei especialmente do momento que ele joga Jody do carro. Por outro lado, quis quebrar a televisão ao ver o (totalmente clichê) desencontro no mercado. Mas foi legal ver John apavorado com Cromartie batendo à porta de sua casa. E o sangue-frio da Riley é algo digno de nota. Inclusive, quero comentar novamente esta cena daqui há alguns episódios. Só preciso me lembrar.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Filme: O Preço do Amanhã (In Time)

Esses dias vi o trailer de O Preço do Amanhã e fiquei fascinada, tinha que assistir ao bendito de qualquer jeito e não sosseguei até ir ao cinema.
Não farei uma crítica propriamente dita, porque sinceramente quero comentar como fã e não como alguém que presta atenção nos detalhes técnicos. (chame de preguiçosa, eu não me importo). Por isso, a única informação extra (não relacionada a minha reação ao filme em si) que eu darei é que ele foi escrito e dirigido por Andrew Niccol, o mesmo de O Senhor das Armas e Gattaca.
Já de início vou dizer as três coisas que eu mais gostei de O Preço do Amanhã:

1) A ideia original. Bom, pelo menos não é todo dia que eu vejo no cinema um filme falando sobre pessoas que param de envelhecer aos 25 anos e que passam a usar o tempo de vida como moeda de troca.
2) O elenco. Amo a Amanda Seyfried e o Cillian Murphy, mas basicamente todo mundo ali tem um cantinho no meu coração. E os fãs de série vão reconhecer muita gente que aparece na telinha da sua tv/computador na tela grande.
3) O trailer. As melhores cenas do filme (na minha opinião)  estão no trailer, em especial as que mostram a corrida contra o tempo.

Quanto à ideia por trás do filme, ela é excelente. Tem muita coisa para se explorar em uma situação como essa. Imagine um mundo onde ninguém envelhece além dos seus 25 anos e que as pessoas podem viver para sempre, mas nunca sem o medo de morrer no próximo segundo, já que o tempo é a  nova moeda. Um cafezinho? 4 horas do seu tempo de vida, o que não é muito, diga-se de passagem, já que ao completar 25 anos e o seu relógio começar a funcionar, você ganha apenas 1 ano para gastar, ou seja, se você é rico, vive muito, se é pobre, trabalha feito um condenado por mais um segundinho de vida.