domingo, 21 de junho de 2015

Terminei a 3ª temporada de Orphan Black!!! \o/ Quem diria...



Comecei a temporada com mil pés atrás, odiei o primeiro episódio, mas desde que maratoneei a partir do segundo, apaixonei de novo. Cá entre nós, achei esta 3ª temporada muito melhor do que a segunda (e menos confusa).

Algumas explicações importantes foram dadas...mas ainda me questiono por que raios esse povo odeia tanto Castor. Os coitados estão morrendo como as LEDAs, custava um pouco mais de amor no coraçãozinho desses personagens? (ok, admito, ou fã de Castor. Adoro os guris. Acho o Rudy lindo demais da conta e apaixonei no Mark desde o primeiro episódio). Tudo bem que as clones e Siobhan parecem não tolerar a ideia de Castor ser uma arma do governo (e, pior, com a situação da esterilização e tal), mas é muito cômodo você ir contra a ideia do governo/exército buscar armamento quando você está ali feliz e satisfeito usando a sua pistola.

O final da temporada me deixou meio preocupada. Quero Castor na 4ª temporada! Espero que não seja o fim de Ari Millen na série. Eu não botava muito fé, mas ele realmente me surpreendeu como os garotos Castor.

E tem a questão do Paul. Como o personagem foi mal aproveitado! Uma pena, porque eu realmente gostava do Paul e acho que não merecia o que fizeram com o personagem ao longo da temporada. O mesmo vale para Delphine. Aliás, a situação da Delphine até agora me confunde um pouco.

E só por desencargo de consciência...como o Jesse é lindo!! Espero vê-lo na próxima temporada.

Ok, estou só falando bobagens, mas é que não quero falar spoilers e tal para quem ainda não viu e, admito, porque estou com preguiça de fazer review, então fico aqui só falando aleatoriamente. O que importa é que gostei mesmo desta temporada...e preciso melhorar minha memória, porque volta e meia não lembro o porquê das coisas e dou graças a Deus quando algum personagem explica para alguém para eu poder fazer as conexões que já tinha esquecido (é...Neolution, estou falando de você também).

sábado, 20 de junho de 2015

É quase inverno...

E continuo minha leitura de A Dança dos Dragões (56%).


Enquanto em uma narrativa o povo está marchando em direção à Winterfell e sendo soterrado pelas nevascas....o que é muito apropriado para o frio que eu estava sentindo ontem enquanto lia a bendita narrativa, na próxima história Daenerys pedia roupas mais leves por conta do calor em Meereen. Confesso que me deu até dor imaginá-la em poucos panos...meus ossos congelaram só de pensar.

Interessante esta transposição do clima ao nosso redor para o que estamos lendo... (mas não se engane, está friozinho por aqui, porém nem perto de um inverno rigoroso, mesmo porque, o inverno ainda está chegando).

domingo, 14 de junho de 2015

Chegando quase na metade

Esta vida de leitora não é uma coisa fácil. Às vezes você ama um livro, às vezes odeia, e às vezes até gosta, mas empaca.

Pois é, alguns anos atrás empaquei em A Dança dos Dragões, 5° livro das Crônicas de Gelo e Fogo. Comprei o bendito em agosto de 2012, enrolei horrores para começar a ler e, quando comecei, li um pouquinho por dia, mas sem avançar demais. Não sei o que aconteceu, simplesmente a leitura não fluía como eu queria.

Então, lá pelos idos de 2014, cheguei na parte que Dany tranca seus dragões e era uma vez. Fiquei tão furiosa, tão irritada, tão decepcionada, que passei as próximas 100 páginas xingando o livro, a história, as personagens, o autor, o  mundo... e então empaquei. Total. Meu desânimo foi tão grande que nem as notícias da nova temporada de Game of Thrones me interessavam. Os quatro episódios vazaram e eu não vi, deixei para assistir logo após saírem na HBO.

E assim vi o primeiro episódio (achei meia boca), o segundo (não me impressionou) e empaquei na série de tv também. Até que grandes discussões começaram a surgir na internet e eu fui aos poucos voltando a ter uma leve vontade de ler o livro. É claro, ver a série também, mas isso fica para depois.

O que realmente importa é que há pouco mais de uma semana eu voltei a minha rotina de leitura e estou quase chegando ao meio (faltam umas poucas páginas). E muito empolgada (que é o que torna tudo mais legal). Mas a vida seria mais fácil se o livro não fosse tão longo....eu leio, leio, leio e nunca acaba. E estou louca de curiosidade para saber o que vai acontecer (mesmo porque, eu quero ver o restante da temporada de Game of Thrones depois).

Por ora acabei de ler sobre as núpcias de Ramsay e ainda tem muita água para passar por baixo desta ponte. E lerei aos poucos, porque, infelizmente, o tempo é curto. Mas se o prazer está de volta, já é alguma coisa, não?

Minha maior dificuldade é em gravar o nome do povo lá do outro lado do mar. Juro que até hoje não sei distinguir os seguidores dos inimigos de Daenerys. Gente de novo estranho... Um dicionário ilustrado viria bem a calhar, só para personagens e suas histórias.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

DW - Blue Forgotten Planet: O Adeus de Charlotte Pollard

Foi em 2013 (eu acho) que comecei a ouvir áudio dramas de Doctor Who. Na época eu ouvi alguns áudio books narrados por David Tennant e alguns pela Catherine Tate. Mas, se não me engano, só embarquei nas aventuras do Doctor pela Big Finish (ou seja, apenas os Doctor pré New Who) quando o Oitavo menciona seus companions no especial de 50 anos. Ali os audios dramas foram canonizados e eu pensei 'por que não?'.

E começou a minha paixão.

Na época eu queria conhecer o Oitavo, pois um único filme e um especial na internet não eram o suficiente, então o que poderia ser melhor do que seguir a sua história nos áudio dramas?

Mas logo me apeguei à sua primeira companion: Charlotte (Charley) Pollard. Foram 4 temporadas (eu acho) onde ela acompanhou o Oitavo e então, após um acontecimento crítico, foi resgatada pelo Sexto e uma nova fase iniciou. Mas todo mundo sabia (ela, inclusive), que o Doctor não se recordava de sua presença em seu futuro, ou seja, algo teria mexido com a memória quase inesgotável do Doctor, e este 'algo', é a história Blue Forgotten Planet.

Com o Sexto Doctor Charlotte vivencia aventuras por 9 histórias e então chega o fim. E como eu sofri. Acho que passei a última hora do áudio chorando.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Por que ainda não tem em português!??




"Mitchell é tão genial que apresenta essa última história de maneira original e sedutora – ele chega ao requinte de inventar uma espécie de dialeto entre esses últimos terrestres capaz de desafiar mesmo quem tem boa fluência no inglês" (Zeca Camargo, sobre Cloud Atlas - o grifo é meu)

SOCORRO!!!!! Já está complicado o inglês do restante do livro, só fico imaginando como será a última história...




****
Cá entre nós, agradeço o dia que li este texto do Zeca Camargo falando sobre Cloud Atlas, o livro (que eu não sabia que existia) que deu origem ao filme que no Brasil ganhou o nome "A Viagem". Demorou, mas finalmente engatei a leitura e estou amando. Por que até hoje não tem esse bendito livro em português!??


quinta-feira, 19 de março de 2015

Eu não me dou com Lucie Miller.


Olha, eu sou mega fã do 8° Doctor, mas não dá mais para aguentar a Lucie Miller. Acho que de todas as companions que já conheci ela é a única que não gosto. Mas não gosto mesmo.   

Acabei de ouvir Sisters of the Flame e The Vengeance of Morbius e só passei raiva. Ela aparece demais...nem na hora que eu teoricamente deveria simpatizar com ela (as lágrimas, a raiva, o desespero, a indignação, o discurso exaltado) eu consegui aguentar a voz e a personalidade da garota. Tudo o que eu queria é que acabasse logo o áudio. Assim fica difícil.

E esses dois episódios foram os dois últimos episódios da 2ª temporada da série The Eight Doctor Adventures, ou seja, ainda restam duas temporadas inteiras desse tormento que se chama Lucie Miller.

Ninguém merece!





sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

O dia em que Good Omens foi adaptado para radio drama...


2014 terminou com um presente prá lá de especial da BBC Radio 4: a tão esperada adaptação de Good Omens (de Neil Gaiman e Terry Pratchett) 
É claro que eu só fui ouvir o negócio no início de 2015 (mais precisamente nessa semana que passou), mas quem se importa com o quando? O que interessa mesmo é que eu ouvi (você aí, que fica ouvindo música enquanto faz exercício, caminhada, limpa a casa....isso é passado! O negócio é ouvir audio drama...vá por mim).


As notícias desta adaptação já são de longa data, mas eu não tinha me atualizado sobre a data de lançamento, por isso fiquei surpresa quando soube que já estava no ar. E é facilmente encontrado por aí (no próprio site para os que tem acesso, ou então nos torrents da vida, ou ainda graciosamente disponibilizado aqui). O único porém é que a pessoa precisa obrigatoriamente entender inglês, já que é impossível traduzir/legendar um áudio drama.

Eu confesso que não sou fã n° 1 de Good Omens, inclusive já fiz um texto com minhas impressões quando li o livro. Mas tem certos textos que funcionam muitíssimo melhor em áudio do que no papel. Good Omens é um desses textos. Ficou muito mais leve, divertido e rápido. Enquanto no livro eu penei para chegar ao final, no áudio drama eu ouvi com ansiedade os quatro primeiros episódios seguidos (menos de 30 minutos cada) e terminei os dois últimos (pouco mais de uma hora e meia) no dia seguinte. A história flui, as vozes são muito bem colocadas (adorei o elenco) e os sons de ambiente (sei lá como se chama isso!) fazem o ouvindo se sentir no meio dos acontecimentos.