segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Desafio Literário do Tigre 2014: Crônicas

Por motivos de força maior neste mês de novembro eu não consegui escrever o texto do Desafio Literário do Tigre. Mas fiz um videozinho para não passar em branco...

DESAFIO LITERÁRIO DO TIGRE
TEMA 11: BRASILEIRO

Livro 01: As Verdades Que Ela Não Diz
Autor: Marcelo Rubens Paiva
Editora: Foz

Livro 02: Banquete com os deuses
Autor: Luis Fernando Veríssimo
Editora: Objetiva




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Desafio Literário do Tigre 2014 - Convocação.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Tenho percebido uma coisa

Eu gosto dos Daleks, mas ouvir audio drama com eles é a morte. É dificílimo entendê-los, porque a voz é estridente e a distorção atrapalha.

Mas pior do que os Daleks são os Cybermen. Esses eu já não gosto nem nos episódios na tv, quem dirá em audio drama, que é praticamente impossível distinguir uma palavra da outra! A distorção da voz (por mais fantástico que seja o Nicholas Briggs interpretando Daleks e Cybermen) dificulta a compreensão e a cadência robótica me deixa confusa.

Não bastava os carinhas serem inimigos irritantes, ainda tenho que me matar de atenção para conseguir seguir as histórias, porque, é sério, a voz é para acabar com a paciência (e o inglês ruim) de qualquer um.


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

As coisas vão mudar por aqui...

...eu espero.

Há um bom tempo que eu tenho escrito pouquíssimo no blog. Quase exclusivamente os textos do Desafio Literário do Tigre (e ainda enrolo até o último segundo da prorrogação). Mesmo os textos de Doctor Who (que eu escrevi e postei no Teleséries) eu não postei aqui.

Percebi ao longo dos anos que eu não tenho mais a paciência necessária para os textos que eu pretendia quando comecei o blog. 

Não. Estou mentindo. Desde o início eu queria um blog pessoal e aconchegante, onde eu pudesse falar o que quisesse e como quisesse. O problema é que eu sou perfeccionista e ficava angustiada com a ideia de só escrever algumas linhas falando bem por cima sobre algo. Então eu precisava fazer um texto completo e que me agradasse. Só que me faltava a disciplina e paciência para sentar na frente do computador e escrever durante horas (sou uma escritora lenta). Resultado: cada vez eu postava menos.

Por isso decidi que, antes que o blog morra e eu viva de tumblr e twitter (e não é a mesma coisa escrever em inglês...eu reduzo ao mínimo minhas opiniões), começarei a usar o Esperando o Esperado para a função para a qual foi criado: poder escrever o que quiser, no formato que quiser, sem me preocupar se o negócio está bom ou não. Talvez saia apenas uma parágrafo ou uma frase, mas tudo bem, o importante é a pessoa (bom, eu) se expressar.

Pelo menos esta é a ideia. Se você me virem somente no final do mês fazendo o texto do Desafio Literário do Tigre já saberão que os planos não deram certo.

sábado, 1 de novembro de 2014

Desafio Literário do Tigre 2014: Tuck Everlasting

DESAFIO LITERÁRIO DO TIGRE
TEMA 10: AMOR

Livro: Tuck Everlasting
Autora: Natalie Babbitt

Desta vez, antes de falar do livro do Desafio Literário em si eu preciso chorar um pouquinho as pitangas.

O tema do Desafio para o mês de Outubro era o amor. O que não faltavam eram títulos que falavam sobre o amor e, talvez por isso, eu tenha levado de forma tão leviana o desafio desse mês. É claro que eu não precisaria de alguma indicação, era só olhar para o lado que algum livro sobre amor gritaria pedindo para ser livro. Meu kindle mesmo tem uns títulos interessantes com o tema.

O problema é que eu meio que queria ler Outlander...até que o mês começou e eu percebi que não teria como. O livro é enorme e em Outubro minha rotina diária mudou completamente. Até eu conseguir me organizar melhor, o único horário que eu tenho para leitura é o horário do almoço (menos de uma hora) e um pouco antes de dormir...e nem todo dia. Ou seja, Outlander estava fora do páreo por pura logística.

E, para piorar, no início do mês eu tinha começado a ler o 9° livro da série The Dresden Files e esta é uma série que quando começo um título não consigo largar. O negócio prende demais. E, com o tempo escasso nesse mês, acabei demorando três semanas para terminar, ou seja, restou-me apenas UMA MÍSERA SEMANA para ler o tema do Desafio.

Por puro desespero passei todos os meus livros (físicos e digitais) pelo crivo e acabei escolhendo Tuck Everlasting, já que estava dando sopa no kindle mesmo. Foram dois os motivos para eu escolher este livro:

1) Ele é curto (vergonha!!! Mas faltando uma semana para o final do mês, eu não podia arriscar muito).
2) Não faz muito tempo (um ano mais ou menos) eu vi o filme da Disney (de 2002), com a Alexis Bledel e o Jonathan Jackson e, portanto, eu sabia que a história era uma graça, delicada e falava de amor.

E foi assim que Tuck Everlasting, o livro, surgiu na minha vida e entrou para o Desafio Literário do Tigre 2014.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Desafio Literário do Tigre 2014: A Visita Cruel do Tempo e Juliet, Naked

Este mês de setembro o tema do Desafio Literário do Tigre é Música. Eu, pra variar só um pouquinho, estava sem ideias e pedi sugestões. Recebi algumas bem interessantes e escolhi dois livros para ler. Curiosamente (e coincidentemente) o que mais me chamou a atenção em ambos os livros foi a passagem do tempo e não a música em si. Eram livros bem diferentes mas que falaram para mim basicamente da mesma forma. Essas coisas acontecem as vezes, acho eu.

Livro: A Visita Cruel do Tempo
Autora: Jennifer Egan
Editora: Intrínseca
Obs: Eu procurei, mas não achei o nome do tradutor no livro, mas li em vários lugares dizendo que a tradutora foi a Fernanda Abreu, então, ficamos com esta informação.

A Visita Cruel do Tempo (A Visit From the Goodn Squad no original) foi um livro que me marcou em algumas coisas. Ele é bem diferente, não tem uma narrativa linear e simplesmente não é possível ler descuidadamente. Ou o leitor presta atenção ou perde o fio da meada.

Embora eu tenha gostado do livro desde o início, ele só foi me fisgar de verdade lá pelos 20 ou 30% (ler no kindle dá nisso...você vê o livro em percentual e não em número de páginas). As histórias são todas conectadas, porém o personagem de cada capítulo alterna, assim como a época em que se passa cada história.

O livro inicia com Sasha, assistente de um produtor musical (Bennie), em determinado ponto de sua vida. Já no segundo capítulo a história é narrada por Bennie em outro momento da vida, e assim sucessivamente. Se em uma história lemos sobre alguém, na história seguinte a personagem é uma garota qualquer do passado desta pessoa, e logo em seguida vamos para o passado ainda mais remoto de alguém que esta garota conheceu e então pulamos para o futuro de outra personagem secundária e assim por diante. Por isso é importante que o leitor esteja atento, porém não fica difícil entender o fio condutor, principalmente porque as histórias contadas são interessantes e você se vê fazendo parte da vida daquelas personagens.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Doctor Who: Time Heist


Série: Doctor Who
Episódio: Time Heist
Nº do episódio: 8x05
Data de Exibição: 20/09/2014
Roteiro: Stephen Thompson e Steven Moffat
Direção: Douglas Mackinnon

Sem dúvida alguma o melhor episódio da temporada até agora. Em minha opinião, é claro, sintam-se à vontade para discordar. Mas assisti ao episódio duas vezes e o prazer foi o mesmo, não é sempre que isso acontece.

Time Heist foi o episódio menos conexo com os demais e, talvez por isso, tenha se assemelhado tanto com uma outra época de Doctor Who , onde os fãs apenas esperavam uma aventura empolgante, personagens interessantes e saberem o que estava acontecendo na tela, sem ficarem teorizando para o futuro ou esperando ansiosos para que os roteiristas saibam o que estão fazendo e em algum episódio expliquem os ganchos deixados em aberto e façam tudo ficar coerente.

Praticamente tudo funcionou em Time Heist. É incrível como a adição de companheiros certos dá uma renovada positiva na série. Até agora nenhum dos personagens adicionais apresentados tinham me cativado e eu fico muito feliz se nenhum reaparecer. Porém, isso não aconteceu dessa vez. Psi e Saibra tinham carisma, conteúdo e funcionaram muito bem com Clara e o Doctor. Arrisco-me a dizer que Psi tem muito mais química com Clara do que Danny. E aqui não estou falando de relacionamento amoroso, porque não foi isso o que o episódio quis implicar, e sim de se encaixarem em cena, amizade pura e simples. Seria ótimo se Psi e Saibra pudessem estender sua temporada na TARDIS, eu creio que a série teria muito a ganhar com uma tripulação de quatro e não apenas de um (o Doctor) e uma companheira eventual (Clara) que trata as aventuras no tempo/espaço como um estorvo à sua vida de verdade.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Doctor Who: Listen (8x04)


Série: Doctor Who
Episódio: Listen
Nº do episódio: 8x04
Data de Exibição: 13/09/2014
Roteiro: Steven Moffat
Direção: Douglas Mackinnon


Terminei Listen sem ter muita certeza se foi um bom episódio ou apenas um episódio mediano, feito com as características certas para impressionar. Toda a experiência de assistir a Listen foi bem interessante, e senti na pele o clima de suspense que Moffat criou, tanto na incerteza do monstro sob a cama, quanto na trilha sonora pesada e tensa, mas eu só me senti emocionalmente conectada à história ao final, porque a cena de Clara e o garoto foi pensada exclusivamente para mexer com o fã.

Listen foi mais um dos episódios aterrorizantes de Moffat, para fazer parceria com Blink, The Empty Child/The Doctor Dances e Silence in the Library/Forest of the Dead, porém, ao contrário dos demais episódios, eu tenho a impressão que Listen ficará marcado pela intromissão gigantesca de Clara na linha do tempo do Doctor e não tanto pela qualidade narrativa da história. Confesso que não reassisti ao episódio, então não tenho muita certeza do quanto o mistério e ‘frio na barriga’ (e a qualidade da coisa como um todo) se sustenta diante de uma segunda experiência.

O episódio começa com um Doctor transtornado fazendo um monólogo sobre evolução, não estarmos sozinhos, o perfeito ser capaz de se esconder de outros e por aí vai, entrando em uma obsessão tentando descobrir o tal ser que vive a espiar os demais seres do universo, nunca sendo encontrado. Não sei se entendi corretamente a cena, mas o Doctor teve um desses famigerados sonhos com alguém embaixo da cama e por isso entrou nessa súbita caça ao “monstro que ninguém vê ou acredita na existência”, foi isso?

Bom, seja qual for o motivo que o levou à obsessão, o fato é que o Doctor retirou Clara do seu primeiro (e mal sucedido) encontro com Danny para ir à caça da tal criatura que poderia ou não existir.