quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Meme Literária de Um Mês 2013 - Dia 05



05 - Você tem um momento ou local favorito para ler?

A cama. Adoro ler deitada. Também pode ser o sofá (o comprido, de três lugares), desde que eu possa me esticar e ficar relaxada. Sentada eu só leio se não tiver como evitar (no banco, à mesa enquanto como, entre as aulas e por aí vai). Sei lá, eu disperso quando estou sentada, pois fico cansada da posição.

Agora, verdade seja dita, bateu a vontade de ler e tendo livro por perto, eu leio. Até em pé - e já houve a fase de ler andando - eu leio! Mas nunca, NUNCA leio em qualquer tipo de meio de transporte (carro, ônibus, avião...), fico extremamente enjoada e com uma dor de cabeça terrível. Não consigo nem trocar mensagem no celular quando estou em trânsito. É uma tristeza só. Por isso me especializei em dormir nesses lugares, não importa se o trajeto é longo ou curto.

Quanto ao momento favorito para ler, eu acho que é quando bate a vontade. Sempre é desculpa para ler um pouquinho.


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Não sei quais são todos os blogs participantes do meme literário 2013, mas os que eu tenho certeza:


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Meme Literária de Um Mês 2013 - Dia 04



Dia 04 - Como você escolhe  seus livros: recomendação de amigos, resenhas, blogs, sites, pela capa, por título, por impulso?


Todas as anteriores. Mesmo.
Atualmente, no topo da lista estão as resenhas, blogs e vlogs. Eu simplesmente fico babando por todos os livros que a Anica resenha ou que a Tatiana Feltrin comenta. Mas ainda sigo uma porção de canal literário no youtube, então estou sempre ouvindo o povo falar desse ou daquele livro e fico morrendo de vontade de ler, comprar, falar...

E também sigo recomendações de amigos, embora com menor frequência (a menos que seja algum amigo que escreva sobre livros, o que acaba caindo na categoria, resenhas, blogs e vlogs).

Mas não dá para simplesmente descartar a capa, título e impulso, porque eu sou movida pelo impulso. Toda vez que eu penso demais eu não leio ou não compro, ainda mais com os preços abusivos dos livros ultimamente.

Adoro chegar em uma livraria e ver um título diferente. Instiga. Lembro que comprei A Mulher do Viajante do Tempo sem nem ler a sinopse, simplesmente porque adorei o título. E estou aqui me corroendo para comprar Noites de Alface porque achei o título divino! Inclusive, esse hábito já vem das minhas épocas de leitura de fanfiction. A Claudia (Modell) bem sabe (ou talvez não) que, além dela ser uma escritora monstruosamente fantástica, ainda tinha os melhores títulos de fanfics que eu já vi (Cheiro de Sangue e Morango, A Arte de Comer Alface, Os Cinco Pontos Cardeais...), não tinha como resistir.

A mesma coisa vale para a capa. Sim, eu compro um livro pela capa. E também julgo o coitado. E muitas vezes deixo de comprar também. Uma coisa que tem me irritado bastante nas livrarias ultimamente é esta mania de colocar o mesmo gênero todo junto nas ilhas. Quero dizer, faz sentido, traz foco a quem procura um gênero específico etc e tal, mas em uma época onde todos os romances picantes (a lá 50 Tons de Cinza) tem o mesmo estilo de capa e mesmo estilo de nome, colocá-los todos juntos dá uma monotonia olhar...Acontece o mesmo com a ilha do Nicholas Sparks. Todos os seus livros tem o mesmo 'jeitão' de capa, mal dá para perceber que tem modelos diferentes, chega a dar sono só de ver. Passo correndo destes setores da livraria.

Porém, uma capa legal pode (e provavelmente vai) me fazer ler o livro. Foi exatamente como comecei a ler a série Mercedes Thompson, da Patricia Briggs. Os livros tem as capas mais lindas deste mundo (e descobri recentemente que o artista que faz os desenhos, usa a mesma modelo desde a 1ª!...embora não pareça). Eu já postei as capas da série aqui uma vez, por isso postarei só a do último livro, o que eu ainda não li.




Parece bem simples, mas não é. Inclusive, o artista fala do processo de criação aqui. É bem legal, vale a leitura.

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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Meme Literário de Um Mês 2013 - Dia 03



Dia 03 - Você faz algum registro dos livros que lê e, se faz (ou não), por quê?

Sim. Registrar é preciso, porque minha memória é sem vergonha. Não digo ruim, mas seletiva, só lembra do que quer e quando quer.
Quando eu era mais nova eu anotava os livros que lia em uma listinha no world e fazia um resumo do que cada livro falava, porque volta e meia eu me via relendo livro sem perceber que estava relendo ou só percebendo bem mais tarde (pois é). Inclusive tenho esta lista até hoje, justamente para lembrar dos livros que li naquela época (a maior parte eu peguei na biblioteca, então não tenho os exemplares). Mas comecei as anotações meio tarde, então muitos livros ficaram de fora.

Depois fiz um hiato de anos e voltei a anotar em 2008 ou 2009 (não estou com o caderno aqui para confirmar). Desde então eu coloco o nome e o autor em  uma página separada para cada ano em um caderno que guardo só para isso. Também faço uma listinha aqui no blog no final do ano (ou início, nem lembro mais!) com todos os livros lidos (e os poucos comentados no blog) durante o ano.

Mas o lugar que eu mais gosto de anotar é o Skoob (este é o meu, caso queira ser meu amigo). Minha estante não tem todos os livros que eu li, mas atualmente tem servido ao seu propósito. 

No início incluí todos os livros que eu lembrava no momento de já ter lido algum dia, mas já faz algum tempo que só tenho usado para anotar os livros que finalizo a leitura. Assim, os novos livros na minha estante são necessariamente livros que já terminei de ler, organizados preferencialmente por ordem de leitura (por isso anoto o dia que terminei cada um).

Não faço histórico de leitura,  não anoto livros que pretendo ler, que quero ganhar, que estou lendo ou qualquer outra coisa do estilo, pois todas estas informações acabam parando na página geral da estante e eu fico irritada quando não consigo usar a página principal como minha memória auxiliar para o que eu já terminei de ler. Por isso o skoob é esta ferramente incrível para resenhas, conversas, trocas de livros e mil e outras utilidades que eu nunca uso, já que para mim ele é só uma extensão com imagem do meu caderno de anotação. Mas tudo bem, porque eu sou feliz assim também, então está bom.

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Não sei quais são todos os blogs participantes do meme literário 2013, mas os que eu tenho certeza:

http://qe-quartoescuro.blogspot.com.br/
http://batatatransgenica.wordpress.com/
http://breviariodashoras.blogspot.com.br/
http://www.terracotabolsas.com/rato/
http://depokafe.wordpress.com/
http://bem-vindos-a-bordo.com/
http://pensamentosinsones.wordpress.com/


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Meme Literário de Um Mês 2013 - Dia 02



Dia 02 - Qual foi o último livro que leu e qual é o próximo livro que lerá depois do atual?

Ix.... o último livro que eu li eu comentei no post de ontem: Blood Rites, do Jim Butcher, 6° da série The Dresden Files. Pelo menos o último que eu terminei. Tenho outros quatro em andamento, mas estou andando em ritmo de tartaruga na graxa, então não conta.

Por ora o livro oficial é A Dança dos Dragões, o 5° da série As Crônicas de Gelo e Fogo. Mas como estou lendo bem devagar (a ideia era uma narrativa por dia, mas já abandonei a ideia uma semana atrás), com certeza terminarei algum outro antes, só não sei ainda qual.

Livro é uma coisa muito de momento para mim. Fico cozinhando vários por um tempo, até que um surge e dá aquele clique e não consigo largar até terminar e passo todos os outros para trás.

Eu deveria ler The Mystery of the Haunted Cottage e Nothing O'Clock, ambos de Doctor Who, encerrando a série de contos comemorativos do 50° aniversário, mas ainda não consegui decidir se serão eles realmente os próximos.

Como podem ver, sou indecisa até nos livros que escolho. Por isso que acho que os livros é que me escolhem e não o contrário.

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domingo, 1 de dezembro de 2013

Meme Literário de Um Mês 2013 - Dia 01



Dia 01 - Se você leu algum livro hoje, cite um trecho; se não leu, cite algo do livro que estiver lendo.

Faz uma vida que não escrevo aqui, mas não resisto a um bom meme literário. Então vamos espanar a poeira e começar a preparação, porque se tudo der certo, os posts serão diários...pelo menos até o final de 2013.

Neste domingo eu terminei de ler Blood Rites, livro 06 da série The Dresden Files. O problema é que eu li no kindle e não tenho o hábito de anotar coisas no kindle (nem em livros de papel, mas o papel é mais fácil de folhear), o que dificulta um pouco quando quero procurar algo. Na verdade, 'um pouco' é elogio, eu simplesmente não encontro nada. Então, aleatoriamente:

"I wanted to kill her. A lot. I hadn't ever felt that before - a sudden surge of fury, contempt, and disdain mixed in with a physical excitement only a few degrees short of actual arousal. It was nothing that tame and limited. It was force, a dark and vast tide that picked me up and swept me along like a Styrofoam packing peanut. And I liked it".

A série The Dresden Files é uma das minhas preferidas. Escrita por Jim Butcher, tem 15 livros publicados até agora (o 16° deve sair em 2014) e eu ainda estou no sexto, ou seja, tenho muito chão pela frente. Mas é o tipo de livro que me faz bem. Toda vez que estou empacada com a leitura de um modo geral, posso contar com algum dos livros da série para me fazer tomar gosto pela coisa novamente. Os personagens são fascinantes e o universo onde a história se passa é rico e inovador.

Sim, é uma fantasia urbana que mexe com o sobrenatural, bruxos, magos, vampiros (três cortes diferentes, cada uma com uma característica própria, mas todas fatais), demônios, lobisomens e todo o restante de criaturas que vocês possam imaginar e que povoam as fantasias urbanas e ainda assim é inovador. Passa longe de qualquer outra coisa que eu já li do gênero e o personagem principal, Harry Dresden, é um sujeito tão rico para se acompanhar que é impossível não se apegar ao personagem.

Cada vez que termino um dos livros da série The Dresden Files tenho que me segurar para não ir direto para o próximo, caso contrário eu colocaria o mundo em stand-by, porque quando começo não consigo largar. Simples assim.







quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Filme: Wolverine: Imortal



Assisti hoje a Wolverine - Imortal. Rapidamente, minhas impressões sobre o filme (óbvio que tem spoilers):

1) Como o Hugh Jackman está VELHO!!!!

2) Usaram um big efeito para rejuvenescer a Famke Janssen...mas ficou ainda mais evidente que a proximidade de idade entre ela e o Hugh Jackman favoreceu a química entre Jean e Logan e prejudicou a presença em tela de Jean e Scott lá em X-Men (já que o James Marsden é 10 anos mais novo que a Famke e parece ainda mais novo que isso).

3) Mais alguém olhava para a Jean Grey e só conseguia lembrar da upir Olivia Godfrey? A Famke estava exalando a sua personagem em Hemlock Grove.

4) Deixando essas futilidades de lado, eu achei o filme muito bom. Não excelente (gostei mais de Homem de Aço, por exemplo), mas me agradou muitíssimo.

5) O povo realmente fala japonês!! Quero dizer, o filme se passa no Japão, foi ótimo ver os personagens falando japonês entre si e só falando em inglês quando falavam diretamente com Logan. E tinha legendas quando era para nós o público saber o que falavam e sem legendas quando a intenção era que soasse estrangeiro mesmo. Ponto para a produção! Direção? Sei lá quem decide essas coisas...mas mereceu meus parabéns.

6) Mariko e Yukio eram ótimas e roubaram o filme. Yukio mesmo, fantástica! Não era bonita a atriz, mas e quem se importa quando ela era realmente capaz de dizer a que veio em toda cena que aparecia?

7) Melhor cena de luta: Yukio x Shingen. Aliás, melhor cena do filme inteiro. Excelente! Mas também adorei as cenas com os ninja. Os caras realmente agiam como ninja, pareciam ninja, e me deixaram boquiaberta.

8) Cenas mais mequetrefes: as cenas de luta e perseguição no velório. Sério, parecia aqueles filme da sessão da tarde mas bem ruim. A sorte é que a partir do trem bala a coisa começou a melhorar. A luta final também não foi lá essas coisas, e, para piorar, Yukio parece ter esquecido como se lutava quando enfrentou Viper.

9) Alguém me explica como Logan conseguiu desmontar a armadura de Adamantium? Pq, se me lembro bem, Adamantium era o negócio mais duro da face da Terra, impossível de ser quebrado assim. Seria muito mais crível se apenas a espada fosse de Adamantium...

10) O que era aquela Viper parecida com a Hera Venenosa? Gente, eu fui uma das poucas que gostou da Hera Venenosa em Batman 3, mas não precisavam clonar a mulher em Wolverine. Quero dizer, ela começou como uma super cientista/médica e tal, e de repente estava espremida em uma roupa colante verde, nada a ver com o momento, destoando de todo o clima do filme e também dos demais personagens. Ficou ridículo!!! Ela perdeu toda a credibilidade. 

11) O grande vilão foi uma vergonha. Parecia vilão de game antigo. Credo! Além de totalmente previsível foi um desfecho prá lá de preguiçoso do roteiro.

12) Por que raios o Shingen queria matar a própria filha para ficar com uma empresa falida? Acho que na hora de editarem fizeram alguns cortes na história que acabaram por comprometer a plausibilidade das coisas.

13) A ideia do Yashida era usar Mariko como testa de ferro ou realmente convertê-la à sua causa?

14) Gente, sou apaixonada pelo Will Yun Lee e pelo Hiroyuki Sanada. Pronto, falei.

15) Sim, teve cena pós (meio dos) créditos e foi ótima. Agora o negócio é aguardar X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido. 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Livro: Dead Ever After (Sookie Stackhouse Series #13)

Sinopse: Sookie Stackhouse acha fácil dizer não para o pedido de Arlene para voltar a trabalhar no Merlotte, afinal, Arlene tentou matar Sookie. Mas o seu relacionamento com Eric Northan não é assim tão fácil. Ele e seus vampiros tem mantido distância e um silêncio gelado. E quando Sookie descobre o motivo ela fica devastada. É quando um assassinato chocante acontece em Bon Temps e Sookie é presa pelo crime, mas as evidências são bem fracas e ela consegue sair sob fiança. Ao investigar o assassinato, Sookie descobre que o que se passa por verdade em Bon Temps é apenas uma mentira conveniente e o que se passa por justiça é mais sangue derramado. E o que se passa por amor nunca é o suficiente. (sinopse retirada do site da Livraria Cultura, e minha tradução mequetrefe).

Livro: Dead Ever After
Série: The Southtern Vampire Mysteries (ou Sookie Stackhouse Series) - Livro 13 (final da série)
Autora: Charlaine Harris
Editora: ACE
Páginas: li no kindle

(spoilers....não digam que não avisei).

Parece mentira, mas a série de livros sobre Sookie Stackhouse chegou ao fim. Foram 12 anos desde a publicação do primeiro volume (2001) e 4 anos desde que tive o meu primeiro contato (se não estou enganada foi em 2009), sob indicação da Luciana Naomi.

Desde então muita coisa mudou na vida de Sookie, ela principalmente, mas o que realmente importava permaneceu o mesmo: o desejo sincero de ser uma pessoa melhor, alguém à altura do que a avó dela esperaria.

Ao longo de 12 livros vimos Sookie entrar de cabeça no mundo sobrenatural, inicialmente ao conhecer o vampiro Bill (e namorar com ele e depois Eric), e então ao absorver em sua vida os demais seres que rondam pela Terra sem que a comunidade humana tivesse o menor conhecimento (lobisomens, shapeshifters, bruxas, fadas). Sookie passou por muita coisa, apanhou mais vezes do que gostaria, foi torturada, quase morreu, matou alguns, mentiu, enganou, mas no fundo permaneceu aquela garota do interior criada por uma avó de caráter irrepreensível e que sempre desejou uma vida tranquila, banhos de sol e filhos para cuidar.